E depois de tanto tempo revesando entre 'online' e 'ocupado', eu optei pelo 'inivsível'. E fiquei. Fiquei. Fiquei. Na verdade, eu só achei que fiquei. Tinha gente me vendo. Eu não sei como, mas tinha. O tempo todo. Desde quando eu tava como 'ocupado'.
domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Prós e Contras.
Ontem parei para olhar um pouco as estrelas do meu céu, analisar direito tudo e todos que vivem ao meu redor. Até que ponto eu mereço atenção ou até que ponto eu não mereço? Sabe, os dias passam e só me dou conta que o rio segue, normalmente, mas algo não está bem. E não é tão visível por fora. Esse rio que continua seguindo curso tem um não tão pequeno problema: está poluído, um pouco sujo. Percebo e me entristeço. Horas a finco refletindo, tentando suprir bem os aprendizados, absorver o máximo, para poder evoluir, aprender e finalmente viver de forma mais harmoniosa, para constatar que dia após dia os defeitos ainda são muito prejudiciais para mim e para as pessoas ao meu redor. Para quê então?Ontem eram muitas as estrelas do meu céu, mas por quê tantas? O que eu fiz para merecê-las? E novamente me vem na mente um retrocesso do que já fiz na minha vida. Analiso tudo que vivi e senti e meus variados comportamentos. Sou alguém melhor? Sim, de fato hoje tenho um rio mais limpo, menos poluído. Mais ainda não é o suficiente.É pura ilusão eu dizer que jamais vou errar, cometer besteiras, atos impensados. Eu erro, e falho, sou humana. Se existem estrelas no meu céu, é em razão de eu realmente ter feito por merecer.Escuto muitas palavras de carinho, de elogio e me agrada saber que significo algo para alguém, que sou importante, que precisam de mim. Por diversas vezes, sou presenteada com surpresas que me deixam enaltecida. Mas que adianta ficar imensamente agradecida por isso, sorrir sem fim e me sentir bem, se aqui eu sei que não sou tudo isso que pensam de mim, ou pelo menos não tão intensamente? Meu céu é imensamente estrelado, mas me desculpem, nem todas as vezes vou poder corresponder do jeito que esperam de mim, não sou perfeita, não tenho pretensão e jamais vou ser.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
[sem]Tempo.
Eu odeio essa correria, essa instabilidade, essa confusão que fica a minha cabeça nesses tempos.
Odeio não ter tempo pra pensar e apenas ter que ir, sem saber ao certo se gosto, se quero e se tem que ser assim.
Me falta tempo, paciência e vontade de fazer as coisas.
E sobram deveres inacabadas, que tem que ser feitas, agora!
Mas pra mim as coisas não funcionam assim, na pressa e com essas obrigações que não combinam nem um pouco comigo.
Só estou complicando mais as coisas, e sei disso...
Sei também que posso estar fazendo tudo errado, mas nesse momento eu só quero não precisar fazer nada, será que é possível?
- Eu acho que não!
domingo, 10 de outubro de 2010
Cabo de guerra.
Ultimamente tenho me sentido como uma corda em um jogo de cabo de guerra. Vou sendo puxada pro lado certo, pro lado que merecer ganhar. O problema é que esses lados são muito mais que jogadores competindo e essa corda não é uma corda forte, a qual é certo não arrebentar. Essas coisas de escolha, sentimento e valorização não deveriam se encaixar nesse tipo de jogo. Ou deveriam?
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Válvula de escape.
A maioria dos meus textos terminam com perguntas sem respostas.
Então pra quê escrevo, se nem meus textos ajudam a encontrar as soluções?
Também não sei, mas ultimamente escrever tem sido minha válvula de escape. Meu modo mais simples de desabafo.
E não quero que minhas palavras tenham a responsabilidade de encontrar a solução. Quero apenas que elas me aliviem um pouco, do tanto que tenho na cabeça
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Os ventos dizem a direção, porém no meio do caminho ele insiste em mudar a tragetória certa. O certo é o errado, o errado é o certo, películas de confusão em caixas de presente, no fundo bilhetinhos de perda. O medo acredita no que não deveria e só faz aumentar a casca voraz dos pedaços da estação e então começa a peça de teatro vivida por personagens reais de carne e osso. Ninguém consegue ao menos perceber o que acontece dentro daquele coração, nem mesmo o parceiro ideal vestido de anjo encantado. Se acredita fingindo, com um olhar de desconfiança penetrado no quintal alheio. No peito aquele aperto do grito da esperança!
sábado, 18 de setembro de 2010
É a lei da vida.
Hoje eu vim falar sobre mudanças. Que tipo de mudanças? Na verdade eu tão pouco sei quanto os que lêem, porém, venho percebendo como a vida é no decorrer dos tempos e o quanto cada mudança nossa altera esse decorrer. Quando somos crianças, brincamos de bonecas, bonecos, video-game, bolinha de gude, pinturas e entre coisas mais, sem nenhuma obrigação, sem ter que se preocupar com nada, aí crescemos mais um pouco viramos adolescentes (ou "aborrecentes" como dizem) trocando a boneca pela maquiagem, o boneco pelo computador, começamos a conhecer lados amorosos tão intensos, os quais não fazíamos tanta idéia antes. A cobrança no colégio aumenta, os pais cobram mais ainda porque as festinhas de dias se tornam constantes, assim também como os amores, as brigas, os estresses. Aí a fase "aborrecente" passa, e viramos adolescentes, digamos, normais e começamos a pensar nos estudos e nos namoros, aí tem toda aquela mudança da solteirice a qual você deixa pessoas, amigos, amores para trás por um alguém que é seu dali para frente (embora venha a dar certo ou não) e com responsabilidades dobradas a cada bimestre tendo em vista a faculdade. Aí passamos dessa fase gostosa e viramos adultos e sinceramente não sei mais tantas mudanças que podem vir a acontecer, porque sei que são tantas as quais muitas vezes não gostaria nem de vê-las, de passar por elas, ou talvez ao contrário, eu queira insanamente percebê-las em mim, na vida. "A mudança é a lei da vida.."Já dizia John F. Kennedy. Mas que lei complicada e confusa. Sei lá, essa vida me assusta!
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